Linha de crédito ajuda empreendedora a triplicar o faturamento

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14/12/2020

O ano era 2015 quando Elisandra Batista Freire, 46 anos, decidiu abrir a confeitaria Jardim das Delícias, junto com sua irmã no Jardim Noronha, região do Grajaú, na zona sul da cidade de São Paulo. Ali elas passaram a vender bolo, doces e salgados para festa.

A empreendedora conta que o bairro, em uma região periférica da capital paulista, era carente na oferta de bons produtos. “Vi, nessa carência, a possibilidade de levar carinho e os produtos que eu já fazia para a nossa família para essas pessoas.”

O negócio deu certo e foi evoluindo. Em 2016 elas mudaram de ponto comercial, instalando o negócio em um imóvel que dava possibilidade de mexer melhor no espaço. “Montamos uma cozinha maior, para aumentar a produção”, conta Elisandra. O local de atendimento ao cliente, por sua vez, ficou menor, então por algum tempo elas trabalharam no modelo “take away”, em que o consumidor compra no local, mas leva para viagem. “Nessa época aumentamos a variedade de produtos, com bolos e pães mais macios, que precisavam de um equipamento específico que não cabia na cozinha antiga.”

Case Elisandra Batista Freire
Elisandra Batista Freire
Crédito: arquivo pessoal

Linha de crédito permite empresa ampliar opções de produtos

Com o empreendimento caminhando bem, Elisandra tinha um sonho: vender pão francês de qualidade. Por isso, foi estudar como o pão de qualidade é feito. “Estudei por mais de dois anos e fui comprando os equipamentos aos poucos”, conta.

Para comprar o último equipamento que faltava, a empreendedora precisava de uma linha de crédito empresarial. Foi aí que conheceu o Tomático. “Eu já tinha falado com o gerente do meu banco, mas as taxas de juros estavam altas”, diz. “Percebo dificuldade do governo de ajudar os pequenos negócios. Muito se fala, mas não chega no empreendedor. Não se consegue liberação no banco”, desabafa.

A irmã de Elisandra, que já havia trabalhado em banco, entendeu o funcionamento do Tomático e achou que seria uma boa opção para tomar crédito empresarial. “Conheci o Tomático quando estava para terminar de comprar os equipamentos e não tinha mais de onde tirar o dinheiro. Faltava muito pouco”, lembra Elisandra.

A empreendedora conta que entrou no site do Tomático e encontrou ali muita informação, que esclareceram suas dúvidas em relação ao modelo de funcionamento da plataforma de crédito digital.

Dinheiro na conta, Elisandra comprou o último equipamento que faltava para começar a produzir o pão francês – é uma câmera de descanso de pão, que custa cerca de R$ 10 mil. “Usei o dinheiro também para capital de giro, porque precisava pagar as pessoas antes de o produto começar a ser vendido”, explica.

Desde então, e essa empreitada aconteceu em fevereiro deste ano, o empreendimento de Elisandra triplicou o faturamento na comparação com o ano passado. “Geramos mais cinco empregos diretos e quatro indiretos.” Agora, a padaria do Jardim Noronha tem também pães de casca, que precisam desse equipamento específico, como francês e baguete. “Ampliamos o horário de atendimento, porque passamos a ter produto para café da manhã”, diz, o que ajuda a explicar o aumento da receita.

A escolha pelo Tomático se deu principalmente pelo valor do crédito. “Analisando o montante final que seria pago, era menor”, diz a empreendedora, que fez a comparação com o banco com o qual já trabalha. Também ajudou na decisão o fato de a parcela se ajustar às vendas – o Tomático trabalha com parcelas flexíveis, que se ajustam automaticamente de acordo com o faturamento da empresa. Quando o empreendimento vende mais, a parcela aumenta proporcionalmente e quando vende menos, acontece o ajuste para baixo. “Essa forma de cobrança me atraiu.”