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Negociação de dívidas: a importância de entendê-las antes de tudo

Tempo estimado de leitura: 2 minutos

18/12/2020

Com a crise econômica deste 2020, causada pela pandemia do novo coronavírus, a necessidade de isolamento social e o fechamento compulsório do comércio por alguns meses, empreendedores se viram diante de dívidas. Sem faturamento, ou com a receita reduzida, tiverem que entender melhor sobre negociação de dívidas.

É preciso olhar o problema de frente, porque se deixadas de lado, sem a devida atenção, as contas não pagas viram uma bola de neve e se tornam uma dor de cabeça maior ainda. Em alguns casos chegam até a inviabilizar a continuidade da empresa.

Negociação de dívidas inclui entender a inadimplência

Na falta de recursos para arcar com as contas, a saída é, então, fazer a negociação de dívidas. O primeiro passo é compreender a natureza da dívida empresarial, de onde veio aquela conta, aquele financiamento? Isso ajuda a entender a real necessidade dos mesmos e, a partir disso, avaliar melhor o controle de custos, o corte de gastos e planejar de forma mais eficiente o futuro da empresa.

Depois, um segundo passo é entender o motivo da inadimplência atual. Por que a sua empresa não está conseguindo arcar com as contas pendentes? Neste 2020, houve o fechamento do comércio e a queda no faturamento, o que justifica boa parte das dívidas acumuladas – mas será que o problema está apenas aí? Vale uma avaliação.

Outras razões para não conseguir pagar uma dívida podem ser os juros altos do crédito empresarial contratado ou um prejuízo operacional. Essa avaliação detalhada é importante para que a empresa consiga se reestruturar a partir da análise feita e, assim, fazer suas projeções financeiras e ajustes na operação a fim de permitir um fluxo de caixa mais harmônico.

Por fim, negocie as dívidas. Elabore um plano de pagamento que leve em conta a projeção do fluxo de caixa, valores adicionais disponíveis para o pagamento da dívida e recalcule os valores das parcelas do crédito empresarial alterando prazos e taxas de juros. Pode ser interessante até procurar uma nova linha de crédito com melhores condições para quitar os financiamentos anteriores e permanecer com uma dívida mais factível à realidade da empresa.  

O Tomático, por exemplo, trabalha com um crédito cujas parcelas se ajustam ao faturamento da empresa. Quando as vendas aumentam, a parcela sobe e quando diminuem, a parcela cai. Para saber mais, acesso nosso FAQ.